Atendimento clínico para pessoas com transtornos do desenvolvimento e síndrome de Down Contato: (21) 9880-3790 / 2225-4770 barbaracalmeto@yahoo.com.br
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quarta-feira, 2 de março de 2011
Depoimentos de jovens com Sindrome de Down
O encontro é realizado uma vez na semana com uma hora de duração. Atualmente, este encontro ocorre no Clube Arouca (Barra da Tijuca) e conta com a participação de aproximadamente 20 jovens.
Os depoimentos que estão no blog da SSD (http://blogssd.blogspot.com) demonstram a busca por autonomia, identificação do eu e consciência de si e dos outros para que a Síndrome de Down seja encarada como natural para suas vidas. São depoimentos de emocionar qualquer pessoa!
“Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo” (Paulo Freire).
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Participem! Tarde Especial Sociedade Síndrome de Down
A SSD- Sociedade Sindrome de Down é uma entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo fundamental valorizar a pessoa com deficit intelectual e, incorporando-a à sociedade, mostrar como pode ser útil.
A SSD participa ativamente de seminários e encontros técnicos pertinentes, além de promover e realizar palestras com profissionais de diversas áreas, eventos esportivos e sociais, com destaque para o SSDance que alcança grande sucesso. Anualmente, organiza uma TARDE ESPECIAL quando os jovens frequentadores da SSD apresentam os trabalhos realizados nas oficinas, desfilam apresentando moda atual e dançam , sendo para este ano a apresentação de dança cigana.
Para dar continuidade a seus projetos, os convites serão vendidos, com direito a farto coquetel, sorteio de brindes, bazar variado e a alegria contagiante dos jovens.
Reservem seus convites, solicitando à Marilza, Lizi, Glorinha ou Cleuza.
Dia: 11 de novembro de 2010- quinta-feira
Horário: a partir das 14 horas
Local: Marina Barra ClubeEndereço: Estrada do Itanhangá, 777- Rio
Valor do convite: R$55,00
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Quando um dos gêmeos tem necessidades especiais

quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Palestra realizada na Sociedade Síndrome de Down - SSD

terça-feira, 17 de agosto de 2010
Estratégias de estimulação para bebês com síndrome de Down

Estimulação Visual
A estimulação visual deve ser oferecida desde o nascimento. Inicialmente, o que mais atrai o bebê é o rosto humano, seguido por objetos coloridos e brilhantes, A família deve ser orientada a apresentar tais estímulos ao bebê com freqüência, estando atenta para que ele fixe o olhar e posteriormente acompanhe com os olhos o movimento do rosto humano ou do brinquedo. As brincadeiras na frente do espelho também devem ser introduzidas assim que o bebê fixar o olhar.
Estimulação Auditiva
A voz humana é o primeiro estímulo auditivo que o bebê recebe. É importante orientar a mãe para que converse com o bebê de forma clara e tranqüila. A música, cantada pela mãe ou tocada também é um estímulo que agrada ao bebê. Os brinquedos que produzem som também funcionam como estimulação para a percepção auditiva. Tanto os pais como os terapeutas podem fazer uso de chocalhos, papéis aluminizados, caixinhas de música ou qualquer outro tipo de objeto que produza som, como meio de estimulação.
Estimulação Sensitiva
É a partir da estimulação sensitiva que a criança reagirá cada vez mais com movimentos. Preferencialmente, ela deve usar a menor quantidade de roupa possível, de acordo com o tempo, tanto em casa, como na terapia. O contato com diferentes materiais propicia maior experiência sensitiva. Brinquedos ásperos, lisos, de borracha, de madeira, de ferro, de pano, bem como o contato com a água e a areia oferecem grande demanda de estímulos sensitivos.
Estimulação Labiríntica
Atividades que envolvam o balanço estimulam os órgãos do equilíbrio. Portanto, desde cedo a criança deverá experimentar estas sensações, tanto na terapia, como em casa. O balanço na bola Bobath facilita as reações de controle de cabeça e tronco. O uso de redes, balanços e brincadeiras com o corpo deve ser estimulado e orientado à família.
Estimulação Social
O profissional que está em contato direto com a família deve orientá-la a manter, desde cedo, uma vida social semelhante à de outros bebês. O banho de sol e os passeios ao ar livre devem fazer parte da rotina. Privar a criança de contatos sociais, mesmo que inicialmente breves, pode prejudicar seu desenvolvimento e sua adaptação ao estilo de vida de sua síndrome de Down.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Sociedade Síndrome de Down - SSD (Divulgação)

Entre as atividades principais desenvolve as seguintes:
- realiza palestras com profissionais de diversas áreas a fim de orientar os pais na educação de seus filhos;
- organiza colônias de férias para melhor observar o comportamento e as necessidades do deficiente;
- conquista voluntários amigos para se integrarem , através de atividades dirigidas, aos portadores de necessidades especiais;
- cria oficinas itinerantes para dar suporte ao trabalho artesanal;
- organiza ou participa de bazares , onde se faz a venda dos trabalhos dos deficientes e 80% da arrecadação é destinada aos artesãos;
- arrecada recursos através de associados ou de eventos organizados pela SSD;
- realiza chás beneficentes com a finalidade de expor os trabalhos e fazer apresentações de desfile ou dança;
- orienta, através de contatos telefônicos ou por internet, todos os que buscam informações ou esclarecimentos;
- estabelece contato com empresas e associações procurando lançá-los no mercado de trabalho, sem contudo os abandonar;
- em função da necessidade de assistir aos deficientes nos locais de trabalho, promove visitas e estimula os que os circundam a entendê-los, sem paternalismo;
- visita outras entidades para troca de experiências e auxílio alimentício aos mais carentes;
- promove campanhas a fim de contribuir para maior aceitação e inserção dos portadores de deficiências na sociedade.