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quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Divulgação - V Simpósio Nacional TDAH /Autismo/ Transtorno de Humor
TDAH / Autismo / Transtorno do Humor: Semelhanças e Diferenças em Casa e na Escola
Santa Casa de Misericórdia – RJ
Setor de Psiquiatria da Infância e Adolescência
PROGRAMAÇÃO
03/12/2010 – Sexta-Feira
8:30 – 9:00 – Abertura
Dr. Fábio Barbirato (Santa Casa – RJ)
Dra. Fatima Vasconcellos (Santa Casa – RJ)
9:00 – 10:00 – Conferência de Abertura
Dr. Fábio Barbirato (Santa Casa –RJ)
10:00 – 12:00 - Novidades no Diagnóstico:
TDAH – Erasmo Casella (USP)
Autismo – César de Moraes (UNICAMP)
THB – Fábio Barbirato (Santa Casa – RJ)
12:00 –13:30 –Almoço
12:45 – 13:30: Novidades e Atualidades Farmacológicas no Brasil de Drogas no Tratamento do TDAH, THB e Autismo) - Somente para Médicos
13:30 – 15:30 – Como Diferenciar na Escola e em Casa:
TDAH x Autismo – César de Moraes (UNICAMP)
TDAH x Bipolar – Fábio Barbirato (Santa Casa – RJ)
Apresentação de Casos Clínicos e Discussão – Gabriel Bronstein (Santa Casa – RJ) e Silvia Mariamma (Santa Casa – RJ)
15:30 – 18:00 – Neurociência e Neuropsicologia
Neurociência dos Transtornos do Comportamento e Aprendizagem – Erasmo Casella (USP)
Neuropsicologia no TDAH – Silvia Ciasca (UNICAMP)
Neuropsicologia no Bipolar – Daniela Carim (UNIFESP)
17:30 – Encerramento
04/12/2020 – Sábado
09:00 – 10:30 – Mini-Conferências
Problemas da Aprendizagem:
Autismo – César de Moraes (UNICAMP)
TDAH – Silvia Ciasca (UNICAMP)
THB – Irene Maluf (ABPp)
10:30 – 11:00 – Intervalo
11:00 – 12:30 – Problemas de Linguagem
TDAH – Elizabeth Kovach de Sá (AND)
Autismo – Renata Mousinho (UFRJ)
THB – Katia Badim (Santa Casa – RJ)
12:30 – 13:30 – Identificação Precoce
Autismo – Fabio Barbirato (Santa Casa – RJ)
TDAH x Bipolar – Gabriela Dias (Santa Casa – RJ)
13:30 – 14:30 – BRUNCH
14:30 –16:00 –Psicoeducação para os Pais
TDAH – Sophie Eickman (UFPE)
Bipolar – Ricardo Krause (Santa Casa – RJ)
Autismo – Patrícia Barros (UERJ)
16:00 – 17:30 – Novidades no Lidar na Sala de Aula
TDAH – Angela Alfano (CIPIA)
THB – Lucia Marmulsztenj (Santa Casa – RJ)
Autismo – Rita Thompson (Santa Casa – RJ)
17:30 – Encerramento
INFORMAÇÕES: simposiocomportamento@gmail.com
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Pais podem aproveitar o Dia das Crianças para iniciar educação financeira

Se para os pequenos o Dia das Crianças é motivo de festa, para muitos pais é hora de lidar a uma árdua tarefa: a escolha e a negociação do presente. Afinal, não é nada fácil controlar o desejo do filho por um brinquedo que pode estar fora dos padrões financeiros da família no momento ou não é apropriado para a faixa etária dele. Uma boa opção é colocar a criança para participar desse processo e aproveitar a data para começar uma educação financeira.
“Sob a ótica financeira, o Dia das Crianças é uma ótima oportunidade para ensiná-las sobre conceitos financeiros, pois elas estão com a atenção voltada a um assunto de seu interesse”, diz o educador financeiro Álvaro Modernell, autor de “Zequinha e a Porquinha Poupança” e “O Pé de Meia Mágico” (ambos da Editora Mais Ativos), entre outros.
O dinheiro está curto Segundo Modernell, as crianças precisam ter noção da realidade econômica da família, principalmente se o momento é de aperto nas finanças domésticas. “Não é preciso entrar em detalhes, mas é essencial conversar e explicar”, diz.
“Se os pais escondem a situação real, a criança vai desejar e esperar os brinquedos mais caros, nem sempre condizentes com o dinheiro disponível para isso e também com a faixa etária dela”, complementa a psicóloga Maria Angela Barbato Carneiro, professora da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e coordenadora do Núcleo de Cultura e Pesquisas do Brincar da PUC.
Os especialistas afirmam que a criança deve escolher entre um produto e outro, mesmo que a família tenha condições financeiras para comprar todos os brinquedos pedidos. O educador financeiro propõe que os pais estimulem os filhos a fazer uma lista com três opções, dentro de uma faixa estabelecida previamente.
“Como as crianças estão abertas a conversar nessa época, porque há interesse em ganhar presente, os pais podem aproveitar e convidá-las a pesquisar os preços nas lojas. É importante para que comecem a perceber as diferenças de preços e de qualidade de um mesmo produto”, ensina Modernell.
A lição não acaba por aí: depois de pesquisar, comparar e escolher por marca e preço chega a hora de pedir desconto. “Com a economia, a criança pode comprar um sorvete, por exemplo, após sair da loja e perceber o valor daquilo tudo que fez”, diz Modernell.
Se você está pensando que o fato de a criança acompanhar os pais à loja para comprar o presente quebra o clima de surpresa, calma. Como se trata de uma data puramente comercial, sem outros valores a serem agregados, pode-se transformá-la num momento de aprendizado.
Segundo o educador financeiro, quanto mais cedo ensinar os filhos sobre direitos e consumo consciente, melhor. “Os adolescentes são mais suscetíveis à influência de marcas. Se não receberam uma educação financeira na fase anterior, isso pode gerar um grande desgaste familiar.”
É preciso explicar que o mais importante não é o valor do presente, e sim o sentimento. Mas como resistir aos encantos da propaganda ou do amigo que comprou aquele brinquedo da moda? De acordo com uma pesquisa realizada pela GKF, empresa de pesquisa alemã presente em mais 100 países, das pessoas que vão presentear no Dia das Crianças, 25% comprarão o que a criança pediu. E, segundo a percepção dos adultos, quando as crianças pedem algo específico é porque viu o produto na TV (46%) ou os amigos têm (42%).
Mas, se não é possível comprar um videogame de última geração, os pais podem experimentar um tabuleiro de xadrez para jogar com os filhos. A atenção e o carinho sempre funcionam, mas muitos pais tentam recompensar a ausência com presentes e mais presentes.
“Nem sempre o presente é o mais importante para a criança. A presença deve ser afetiva, não só física, pois muitos pais estão em casa, mas pedem para que os filhos não atrapalhem, pois estão vendo TV”, diz a psicóloga da PUC.
E como lidar com birra da criança por um brinquedo muito caro ou não é indicado para sua idade? Conversar, não tem outro jeito. “É necessário explicar e convencer a criança que o outro brinquedo é mais adequado, que aquele tão desejado pode machucá-la etc.”, diz Maria Angela Barbato Carneiro.
Se a birra continuar, é hora de colocar a vergonha de lado e deixar a criança chorar, se jogar no chão e gritar. Uma hora ela vai cansar e parar. O importante, segundo a psicóloga, é impor limites, não tem alternativa. “Se os pais derem o braço a torcer no primeiro choro e fizerem tudo que a criança quiser, a relação ficará insuportável. Além disso, não estarão contribuindo para a boa formação do filho”, afirma.
Fonte: site UOL.com.br
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Participem! Tarde Especial Sociedade Síndrome de Down
A SSD- Sociedade Sindrome de Down é uma entidade sem fins lucrativos que tem como objetivo fundamental valorizar a pessoa com deficit intelectual e, incorporando-a à sociedade, mostrar como pode ser útil.
A SSD participa ativamente de seminários e encontros técnicos pertinentes, além de promover e realizar palestras com profissionais de diversas áreas, eventos esportivos e sociais, com destaque para o SSDance que alcança grande sucesso. Anualmente, organiza uma TARDE ESPECIAL quando os jovens frequentadores da SSD apresentam os trabalhos realizados nas oficinas, desfilam apresentando moda atual e dançam , sendo para este ano a apresentação de dança cigana.
Para dar continuidade a seus projetos, os convites serão vendidos, com direito a farto coquetel, sorteio de brindes, bazar variado e a alegria contagiante dos jovens.
Reservem seus convites, solicitando à Marilza, Lizi, Glorinha ou Cleuza.
Dia: 11 de novembro de 2010- quinta-feira
Horário: a partir das 14 horas
Local: Marina Barra ClubeEndereço: Estrada do Itanhangá, 777- Rio
Valor do convite: R$55,00
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Ensinando seus filhos a fazer bom uso do dinheiro

terça-feira, 28 de setembro de 2010
Perguntas e respostas sobre saúde bucal da criança

R: Muitos especialistas recomendam amamentar no peito em vez de utilizar mamadeiras, para a saúde geral da sua criança. Porém, amamentar no peito pode levar a formação de cáries na infância da mesma forma que a amamentação por mamadeira.
Para prevenir as primeiras cáries:
- Evite alimentação durante a noite, tal como trazer o bebê para a sua cama e permitir que ele ou ela se amamente à vontade. O leite pode "permanecer" na boca da criança e causar a formação continua de ácido ao longo da noite. Este ácido leva à formação de cárie.
- Evite deixar o bebê passear com uma mamadeira.
- É recomendado que você encoraje sua criança a beber de um copo já no seu primeiro aniversário.
R: Chupar o polegar é normal em crianças; a maioria para por si próprias até os 2 anos de idade.
Se sua criança chupa o polegar e tem mais de 2 anos de idade, tente desencorajá-la até completar 4 anos.
Chupar o dedo além da idade de 4 anos pode levar ao problemas de dentes tortos, apinhamento e/ou de mordida.
R: Sim, mas não a coloque em açúcar, mel, ou líquidos adoçados. Além disso:
Tente fazer com que sua criança abandone o hábito da chupeta até os idade de 2 anos de idade.
Lembre-se que enquanto a chupeta e chupar o polegar não fazem nenhuma diferença para a saúde da criança, uma chupeta pode ser uma escolha melhor, porque pode ser mais fácil parar com o hábito da chupeta da criança, do que de chupar o polegar.
R: Use uma escova pequena e com cerdas macia. Faça movimentos circulares ou movimentos ondulados em todas as superfícies dos dentes, particularmente onde o dente encontra a gengiva. Quando sua criança aprender a cuspir, use uma pequena quantidade de creme dental com flúor do tamanho de uma ervilha na escova. As famílias devem pedir ao dentista que demonstre a escovação correta na visita da criança ao dentista.
R: Sim. Germes causadores de cáries podem ser transmitidos via contato - tal como quando o bebê puser as mãos em sua boca, e daí na própria boca. É por isso que é tão importante você manter seus próprios dentes e gengivas saudáveis.
Além disso, pesquisas têm mostrado que já que uma mulher grávida compartilha seu sangue com seu bebê antes de nascer, qualquer infecção em sua boca - como uma cárie ou doença de gengiva (periodontal) - pode afetar o bebê. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Dentais e Crânio-facial do Instituto Nacional de Saúde, doenças / infecções orais também estão ligadas a problemas bebês prematuros, e com reduzido peso de nascimento.
R: Quando sua criança souber cuspir. Flúor é seguro e necessário para manter os dentes fortes, mas somente em níveis apropriados. Crianças mais jovens tendem a engolir quantidades excessivas de creme dental , e isto pode levar a flúorese, que causa a descoloração dos dentes. E lembre-se, mesmo que a sua água for fluoretada, é necessário utilizar creme dental com flúor. Flúor é necessário ambos em forma "sistêmica" - como creme dental, e em forma "ingerida" - como água ou suplementos de flúor.
R: Se você usa água engarrafada para beber e cozinhar - ou se sua água do sistema público (comunitário) não contém flúor - não esqueça de avisar a seu dentista ou médico. Eles possivelmente prescreverão suplementos de flúor para o bebê.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Pais brasileiros criam a primeira revista de autismo na América Latina, com 100% de voluntariado

Waldemar Casagrande, o Zinho, colocou sua gráfica catarinense, a Otomar, à disposição da publicação. “Quando o jornalista Paiva Junior topou ser o editor-chefe da revista, em abril deste ano, era o que faltava para iniciarmos o projeto de vez e com profissionalismo”, comemora Fanucchi com o primeiro exemplar da revista na mão, o número zero.
Todo o processo de produção da revista foi feito com trabalho cem por cento voluntário, desde os artigos de renomados profissionais da área, até o processo de revisão e distribuição da revista.
A revista teve uma quantidade significativa de exemplares impressos, porém, a demanda foi maior que o dobro do que havia sido feito. Faltou revista. O que demonstra o sucesso do “empreendimento” mesmo antes de que soubesse se o conteúdo era realmente bom. Um retrato da sede por informação sobre o transtorno do espectro do autismo no Brasil.
A reportagem de capa da edição de lançamento cita a preocupante estatística do CDC (Center of Disease Control), dos Estados Unidos: uma em cada 110 crianças tem autismo -- número muito maior em crianças que a AIDS, o câncer e o diabetes. E a manchete de capa ainda questiona: “E aqui?”, referindo-se ao Brasil não ter estatísticas a respeito do autismo -- nem mesmo no atual censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) há qualquer pergunta sobre a síndrome.
O objetivo da Revista Autismo é levar informação séria e de qualidade para pais e profissionais em todo o Brasil e até mesmo fora dele -- a versão online da revista terá traduções para o inglês e o espanhol, além de estarem firmando parcerias para desenvolver o lançamento da revista em outros formatos digitais, como os e-books (livros eletrônicos) -- já há versão em formato PDF, compatível com diversos leitores de livros digitais -- e aplicativos para smartphone e tablets, como uma versão já em desenvolvimento para Apple iOS (iPhone, iPad e iPod Touch). Não custa lembrar que tudo isso é gratuito e está sendo produzido sem qualquer investimento financeiro, apenas com voluntariado.
O site da revista é RevistaAutismo.com.br (hospedado pelo patrocinador Hostnet.com.br) e tem a publicação na íntegra, sem restrições, além de material extra.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Quando um dos gêmeos tem necessidades especiais

quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Palestra realizada na Sociedade Síndrome de Down - SSD

terça-feira, 17 de agosto de 2010
Estratégias de estimulação para bebês com síndrome de Down

Estimulação Visual
A estimulação visual deve ser oferecida desde o nascimento. Inicialmente, o que mais atrai o bebê é o rosto humano, seguido por objetos coloridos e brilhantes, A família deve ser orientada a apresentar tais estímulos ao bebê com freqüência, estando atenta para que ele fixe o olhar e posteriormente acompanhe com os olhos o movimento do rosto humano ou do brinquedo. As brincadeiras na frente do espelho também devem ser introduzidas assim que o bebê fixar o olhar.
Estimulação Auditiva
A voz humana é o primeiro estímulo auditivo que o bebê recebe. É importante orientar a mãe para que converse com o bebê de forma clara e tranqüila. A música, cantada pela mãe ou tocada também é um estímulo que agrada ao bebê. Os brinquedos que produzem som também funcionam como estimulação para a percepção auditiva. Tanto os pais como os terapeutas podem fazer uso de chocalhos, papéis aluminizados, caixinhas de música ou qualquer outro tipo de objeto que produza som, como meio de estimulação.
Estimulação Sensitiva
É a partir da estimulação sensitiva que a criança reagirá cada vez mais com movimentos. Preferencialmente, ela deve usar a menor quantidade de roupa possível, de acordo com o tempo, tanto em casa, como na terapia. O contato com diferentes materiais propicia maior experiência sensitiva. Brinquedos ásperos, lisos, de borracha, de madeira, de ferro, de pano, bem como o contato com a água e a areia oferecem grande demanda de estímulos sensitivos.
Estimulação Labiríntica
Atividades que envolvam o balanço estimulam os órgãos do equilíbrio. Portanto, desde cedo a criança deverá experimentar estas sensações, tanto na terapia, como em casa. O balanço na bola Bobath facilita as reações de controle de cabeça e tronco. O uso de redes, balanços e brincadeiras com o corpo deve ser estimulado e orientado à família.
Estimulação Social
O profissional que está em contato direto com a família deve orientá-la a manter, desde cedo, uma vida social semelhante à de outros bebês. O banho de sol e os passeios ao ar livre devem fazer parte da rotina. Privar a criança de contatos sociais, mesmo que inicialmente breves, pode prejudicar seu desenvolvimento e sua adaptação ao estilo de vida de sua síndrome de Down.
